terça-feira, 3 de maio de 2016

O planejamento muda, mas a META nunca!

Depois de quase três meses fora do ar, lembrei que tinha um blog e gostava de depositar nele tudo aquilo que passava por minha cabeça naquele momento, evitando o stress por ansiedade. E revendo o pouco que escrevi percebi que o planejamento sempre há ajustes, adequações, planos "B", "C" ou "D" mas o sonho (META) deve ser sempre o mesmo. E mudar o planejamento não é ruim (claro de forma moderada), pois fatores externos (aqueles que não estão previstos) sempre acontecem. Você pode adiantar ou atrasar a viagem, você pode mudar o caminho, você pode mudar o meio mas nunca o destino. Relato agora o que tinha planejado, o que aconteceu e o que tive que mudar.

1) Vender imóvel comercial (dezembro) - Estava praticamente certa a venda, porém a Caixa não aprovou o financiamento do comprador interessado. Continua à venda (o momento do país também não ajuda);
2) Encerrar participação de uma empresa (janeiro);
3) Vender participação de outra empresa (fevereiro-abril) - Em andamento, negociação de pagamento;
4) Vender 1 dos carros (abril);
5) Anunciar venda do apartamento (abril/16 a abril/17) - Em andamento, já saí do apartamento e vendi os móveis (estou agora no apartamento dos meus sogros);
6) Período de reconhecimento: ficar 2 meses para escolher região e oportunidades de trabalho (junho e julho) - Passagem, hospedagem, aluguel de carro e roteiro pronto. Viajo dia 21/05 e retorno dia 09/07

O sonho foi antecipado, não irei esperar a venda dos imóveis pois o momento não está adequado. Portanto deixaremos a venda e partiremos para Portugal antes (nova data: janeiro/2017). Meu pai me disse uma coisa que é verdade: "Quando se tem uma ideia (sonho) é melhor que seja o quanto antes." Claro que não adianta colocar a "carroça na frente dos bois", mas ficar na dependência de algo acontecer para realizar outro é muito ruim. 

7) Vender outro carro (maio/17) - nova data: dez/16
8) Comprar passagem, alugar apartamento e mudar para o Porto para um imóvel alugado - nova data: dez/16

Esses objetivos serão pensados em uma segunda etapa, quando conseguir vender os imóveis
9) Comprar e reformar casa na Holanda (investimento);
10) Comprar uma casa de 3 quartos em Ermesinde - acho que vou morar em Vila Nova da Gaia

A verdade é que o tempo tem passado cada vez mais rápido, já se foi o natal, ano novo, carnaval, páscoa..se não tivermos em mente o que temos que fazer, acabamos por não fazendo nada! Além disso estou fazendo o processo de validação do diploma da minha esposa, visto que por hora não teremos rendimentos. Em 20 dias terei tempo para me dedicar e relatar a minha experiência de 50 dias em Portugal.

Gratidão! E boas energias.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

2 frases valiosas

Boa noite, fazia algum tempo que eu não depositava aqui as idéias e angústias que pairam em minha cabeça e não é por falta de conteúdo, mas por falta de tempo mesmo. 
Desde a última vez que escrevi algumas fatos aconteceram, bons e também ruins. Primeiramente, a venda de um dos meus imóveis que estava praticamente certa, não rolou infelizmente. Sim estava muito bom para ser verdade, mas vamos em frente (para trás nem para pegar impulso).
Porém tive ótimos contatos desde então, que facilitará e muito a minha ida e chegada à Portugal, em minha opinião a coisa mais importante é fazer networking. 
Conheci primeiramente um corretor de imóveis muito atencioso de Maia que passou-me por celular um cenário do setor imobiliário; posteriormente o diretor do BNI da região norte de Portugal e do Mastermind. Para quem não conhece o BNI, é a maior organização internacional de networking, onde só nas cidades do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos e Maia (irei morar em uma delas), tem aproximadamente 250 empresários cadastrados, muito bom. Depois fui convidado pelo meu consultor para ir na famosa Campus Party, feira de startups  brasileiras, e sem nenhuma pretensão conheci uma empresa, a qual eu irei representar em Portugal e na Europa toda, nela conheci um dos sócios, um grande profissional que já foi diretor da AMBEV e que me falou a primeira frase (vou falar depois). E por fim fazendo uma prospecção desse projeto, conheci uma pessoa que já considero como amigo que acreditou no meu projeto, mora em Portugal e se dispôs sem desejar nada em troca em me ajudar. Conheci o projeto dele e também gostei muito com certeza mais uma parceria. Com ele percebi que não estava sendo exagerado em me juntar dinheiro e me preparar, diferente da maioria foi o que ele fez.
Estou juntando dinheiro (já em euro), porque uma mudança seja ela de cidade, estado e principalmente de país deve ser muito bem calculado. Acho engraçado pessoas que falam coisas do tipo: "vou tentar a sorte" e vão com 500 ou 1000 euros. 
E nesse final de semana tive que comunicar ao meu amigo e sócio a minha decisão, não foi fácil mas tinha que ser feito. Me inspirei na segunda frase.
Contudo, as 2 frases que aprendi representam muito a minha nova fase, são elas:

1- "Virtus in medium est" (A virtude está no meio). Ou seja, a felicidade não está no muito e nem no pouco e sim no meio. É necessário equilíbrio na vida. Do que adianta ganhar dinheiro se sua família está de lado?

2- "Não existe crescimento sem mudanças. Não existem mudanças sem perdas. Não existem perdas sem dores." Ou seja, é preciso sacrifícios para conquistar o que se deseja.

Uma ótima semana a todos e,
Gratidão.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Por que desejo criar meu filho fora do Brasil

Hoje decidi republicar um post muito similar à minha linha de raciocínio de um blog (http://projetodraft.com/por-que-desejo-criar-meu-filho-fora-do-brasil/) com diversas histórias de brasileiros que mudaram de país. E ontem recebi em minha casa um casal conhecido que mora em Portugal a 14 anos aproximadamente. E logo ao cumprimentá-los após de ficarem presos por quase 1h30 em Santos/São Vicente por causa do trânsito e chuva, falei entendem porque quero sair do país? E rapidamente concordaram. Mesmo ela sendo uma atendente de loja e ele um motorista de ônibus, a filha fica em uma creche em período integral que nunca fecha, tem yoga, natação por 250 euros, eles tem um apartamento próprio que financiaram em longas prestações mas pagam também 250 euros, além de viajarem pela Europa, visitam os parentes no Brasil 2 vezes por ano, pagam 70 euros com Tv, Internet, Telefone e 2 chips de celular, compram o que desejam sem se privar de nada, tem uma ótima assistência médica, transporte e segurança. Para emitir um passaporte é possível retirar no mesmo dia se precisar. E o que sentem mais falta, além da família e amigos claro? Da Linguiça calabresa, da mortadela e do requeijão. 

Veja o post do blog citado:

Por Alexandre Carneiro

Por muitos anos, visitei diversos lugares pelo mundo. Foram viagens turísticas (Egito, Espanha, França), a trabalho (Itália, Suíça e Turquia) ou para estudar (Alemanha, Estados Unidos, Líbano e Síria). Com o avançar da idade – hoje tenho 53 anos –, percebi que minha real motivação não era o turismo, o trabalho ou estudo, mas a procura por um lugar onde pudesse ter experiências significativas, amadurecer e me tornar uma pessoa melhor. Quando me tornei pai, aos 43, essa busca se intensificou. Já não era uma procura individual – fazia parte do legado que eu queria gerar para o meu filho.
Todo pai e toda mãe deseja que seus filhos cresçam saudáveis e felizes. Trata-se de um desejo simples, mas que vem sempre cercado de incertezas. Qual a melhor maneira de ensinar? O que ensinar? Como aumentar as chances de que eles tenham uma vida bacana, lá na frente? As perguntas surgem todo dia, numa eterna sequência de tentativas, erros e acertos. Mas surgem também algumas certezas.
Nesse momento, como pai, estou desistindo do Brasil. Ou melhor: estou decidindo que o Brasil não é o melhor lugar para eu educar meu filho.
Não existem países nem povos perfeitos. Nosso planeta é uma infindável mistura de diferenças – e essa é a beleza da humanidade. Entretanto, há sociedades vivendo estágios diferentes de valores e estilos de vida. De alguma forma, me identifico com alguns desses grupos sociais. E repudio o modo como as coisas acontecem em outros. No caso do Brasil, país em que nasci, cada vez mais me sinto mais distante do jeito de viver e de fazer as coisas.
A insegurança talvez seja o principal problema para um pai que olha para o seu filho crescendo no Brasil. Em 2012, nosso país registrou mais de 56 mil homicídios. Isso é igual a 154 mortes diárias ou a quase um massacre e meio do Carandiru por dia. Levando em conta as taxas mais atualizadas de homicídios em 100 países, o Brasil fica em 7º lugar. Estamos atrás apenas de El Salvador, Guatemala, Trinidad e Tobago, Colômbia, Venezuela e Guadalupe. Para qualquer outro lugar do mundo aonde você for, incluindo todos os países da África, a sua chance de ser assassinado será menor.
Exatamente hoje, 29 de junho, dia em que escrevo este artigo, meu filho completa 10 anos. Quando penso que a maior taxa de mortalidade da população brasileira está na faixa dos 20 aos 24 anos, fico realmente preocupado. E penso que a minha responsabilidade como pai é defender a sua integridade diante dessa ameaça. O que, para mim, equivale a deixar o país. Aqui os bandidos matam. A polícia mata. O cidadão comum mata – considerando acidentes de trânsito, entre os mesmos 100 países analisados, o Brasil ficou com a 4ª posição.
A frase a seguir é um baita clichê e expressa uma baita verdade: a vida vale muito pouco no Brasil.
Nós não vivemos apenas uma cultura do medo no Brasil – esse aspecto de brutalidade da alma brasileira é real. Todo dia há relatos de arrastões, assaltos e latrocínios nas ruas, invasões a residências, estupros, sequestros de todo tipo. São muitas as atrocidades que nos acometem. A ponto disso ter se tornado “natural”, um item cotidiano, uma parte fundante da nossas realidade e do modo como nos comportamos.
O tempo passa e fico cada vez mais incomodado com hábitos que parecem ser cada vez mais normais no Brasil: jogar lixo por toda parte, fazer xixi pelas ruas, desrespeitar o descanso noturno do cidadão que acorda cedo para trabalhar no outro dia… a lista não tem fim! O homicídio é o suprassumo da falta de respeito pelo outro. Mas essa indiferença pelo próximo acontece numa longa escala de gestos de incivilidade e insensibilidade. Em 1980, aos 18 anos, fiz um intercâmbio nos Estados Unidos. Morei 6 meses em Cincinnati, Ohio. Num passeio de carro pela cidade, atirei inadvertidamente pela janela do veículo um chiclete mascado. Toda a família americana estava no carro e imediatamente me olhou surpresa. Maior ainda foi a minha surpresa quando meu “pai americano” estacionou o carro e gentilmente me explicou que não era correto sujar a rua. Todos me ajudaram a procurar o chiclete perdido, numa temperatura de dez graus negativos.
Quero viver com meu filho em um país em que a corrupção seja uma exceção entre os líderes políticos, e não a regra, como no Brasil. Aqui todo mundo leva vantagem – do presidente da multinacional ao chefe do almoxarifado. Dos vereadores aos membros do Executivo. Do policial de rua ao juiz corregedor. Do síndico ao zelador do seu prédio. Quem é honesto é visto como trouxa – outro imenso clichê que expressa uma imensa verdade.
Busco um país que invista na educação – de verdade –, por acreditar realmente que o futuro de todos os seus habitantes, e da própria nação, depende disso. No Japão, desde o Ensino Fundamental, são os alunos que cuidam da limpeza da escola e do preparo e oferecimento do lanche aos colegas. Os professores se dedicam incansavelmente para desenvolver metodologias de ensino que facilitem o aprendizado e motivem seus alunos. O trabalho em equipe e a troca de experiências entre colegas é a regra. Compare isso com o ensino público brasileiro (e porque não dizer, com o ensino privado também…).
Estive no Líbano na década de 90, no período da guerra civil (que durou 15 anos, de 1975 a 1990) e presenciei diariamente a força da solidariedade humana. Apesar de toda a destruição, dos bombardeios, das áreas minadas, das colunas de tanque que invadiam zonas da cidade, as pessoas se ajudavam, compartilhavam o que tinham (um simples pacote de biscoito, ou uma barra de chocolate ou uma garrafa de água). Em países como Marrocos e Tunísia é comum ver crianças saindo da escola e entrando em casas que não são aquelas de seus pais para lanchar. As famílias se consideram corresponsáveis por elas, independentemente se são ou não seus filhos de sangue.
O brasileiro é considerado um povo solidário. Mas cada vez mais assisto por aqui o mais frio dos individualismos regendo o convívio social.
Na Itália, há o sentimento de respeito pela família e a tradição de todos estarem reunidos na hora da “cena”. O jantar dura de 2 a 3 horas e as pessoas conversam entre si. Nós estamos cada vez mais comendo sozinhos em frente à TV ou teclando smartphones – mesmo quando moramos em família.
Na Alemanha há o respeito pela pontualidade nos compromissos, valorizando o tempo da outra pessoa. Aqui nos acostumamos ao atraso sem ao menos dar um telefonema para diminuir o estresse de quem nos aguarda.
Na minha busca, experimentei muitas profissões. Fui contador, auditor, perito contábil, consultor financeiro, professor universitário, corretor de imóveis. Até que comecei a ler e saber um pouco mais sobre os Nômades Digitais, pessoas inquietas que adotaram um estilo de vida pessoal e profissional independente, com alta mobilidade geográfica, usando cada vez mais a internet e uma lista infindável de aplicativos para tocarem suas vidas e suas profissões.
Minha aposta é que seja possível levar meu filho pelo mundo, para viver experiências mais edificantes, em culturas e sociedades que têm mais a lhe ensinar do que a nossa.
Talvez já seja hora de perceber que a programação mental que nos foi imposta pelo sistema educacional tradicional está ultrapassada. Estou plenamente convencido de que acumular diplomas formais, ter um emprego convencional e sonhar com uma aposentadoria sedentária é um caminho velho que não trará felicidade a meu filho. Tento mostrar isso a ele – e à mãe dele também. Quero motivá-lo a experimentar, a arriscar, a confiar nos seus instintos. Como pai, quero estar sempre perto o suficiente para dar a mão sempre que ele tropeçar. Ou para ajudá-lo a levantar-se quando ele cair.
Esse é o meu projeto. Preparo dia após dia as etapas necessárias ao seu sucesso. Sei que não sou o primeiro a seguir por esse caminho. Há muitos exemplos de pais que andam pelo mundo com seus filhos. E respeito os brasileiros que ainda acreditam no desenvolvimento e na melhoria do Brasil. Eu, infelizmente, não compartilho mais dessa crença.
Sei que sentirei falta de muitos momentos felizes que tive por aqui, dos amigos e familiares, mas estou sereno com minha decisão de procurar sociedades mais de acordo com minha visão de mundo, em vez de ficar por aqui tentando empurrar uma montanha com a qual eu tenho cada vez mais estranhamentos.

Você pensa da mesma forma? Não? Pois eu penso assim...Comunico que meu período de experiência já está marcado: do dia 21 de maio à 7 de julho (45 dias), passagem comprada e apartamento reservado. Agora é ir dando sequência no plano.

Abraços

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

É dado a largada: 2016!



Começo este ano de bom humor e com uma frase do Geração de Valor (quem não leu os livros, vale a pena): "Encare os fogos como tiro de largada", tudo bem que em Praia Grande não teve fogos, mas vale a ideia, principalmente para aqueles como eu tem metas a bater. E esse meu bom humor não é porque alguma coisa melhorou de 2015 para 2016, tudo continua igual...violência, saúde, educação ou melhor a falta dela, os péssimos serviços públicos e privados (o shopping não consegue nem arrumar o semparar) em fim, o meu bom humor é porque tenho a CERTEZA de que alguns meses não estarei mais aqui. Aos patriotas de plantão, sei que em Portugal tem também seus problemas (eu assisto o jornal da SIC), inclusive de brasileiro fazendo assaltos por lá (somos bons exportadores!), mas não se compara com o nosso (talvez se o Brasil fosse do tamanho de São Paulo e com 10 milhões de habitantes, fosse melhor...).  

Fazendo um breve paralelo, concluo que nosso povo é muito hipócrita (fala mal do outro mas faz igual), eu também por vezes (pois estou dentro do sistema). Ontem ao escutar na rádio que um dos melhores jogadores do Corinthians, o Renato Augusto deixará o Brasil e o clube para ganhar 4 a 5 vezes mais num clube da segunda divisão da China, um dos radialistas estava "descendo a lenha" falando que não se tem mais "amor ao clube" que os jogadores não sonham em ser ídolo ou jogar na seleção brasileira, quando outro radialista o pergunta: "se fosse você o Renato Augusto você iria?" e ele respondeu: "SIM". E eu fiquei sem entender...estava falando mal, chamando de capitalista, sem coração, frio..e faz o mesmo. Sabe aquele ditado: "Faça o que eu falo mas não faça o que eu faço".

Voltando para meu estado de bom humor, como disse logo no começo, me sinto em uma cadeia, contando os dias e as horas para ir embora, riscando cada passo que planejei e acompanhando a realidade de Portugal, através de blogs, youtube, tv, internet e fotos, como essa que me motiva a buscar minha tão sonhada Qualidade de Vida.

1) Vender imóvel comercial (dezembro); 
2) Encerrar participação de uma empresa (janeiro)3) Vender participação de outra empresa (fevereiro-abril);4) Vender 1 dos carros (abril);5) Anunciar venda do apartamento (abril/16 a abril/17);6) Período de reconhecimento: ficar 2 meses para escolher região e oportunidades de trabalho (junho e julho);7) Vender outro carro (maio/17)8) Comprar passagem, alugar apartamento e mudar para o Porto para um imóvel alugado;9) Comprar e reformar casa na Holanda (investimento);10) Comprar uma casa de 3 quartos em Ermesinde;


Falando em qualidade de vida, segundo o Wikipédia, é composto por oito domínios: emocional, espiritual, financeiro, segurança, ambiental, físico, social e saúde, como está a sua?
Acabou o planejamento. Agora é execução, colocar em prática e ver se o planejamento foi correto! Começa também a fase de começar a falar para as pessoas, para que não achem que você está louco e vendendo ou doando tudo. E revelo aqui que depois de estar lá, farei uma tatuagem (não sei direito o que e a onde) mas para nunca me esquecer dessa mudança. Por hoje é só! E vamos a luta.

Um grande abraço.